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Amo-te

Não te sei dizer por que? Nem porque não. Mas sei, sinto que te amo. Que gosto de ti. Não gosto de ti pelo teu corpo. Nem pelos teus cabelos. Nem pelos teus olhos. Gosto de ti porque gosto de ti. Gosto de ti, e não o sei explicar. Gosto de ti pelo conforto que me dás. Gosto de ti quando me abraças. Gosto de ti quando chove ou quando o sol brilha. Gosto de ti quando estás perto de mim. Mas também gosto de ti quando estás longe. Vou continuar a gostar de ti quando gostar de outro. Vou continuar a amar-te quando muitos anos passarem. Vou continuar a lembrar-me dos teus braços e abraços, do teu riso e sorriso quando estiver nos braços de outro que me diz que me ama. Vou continuar a amar-te assim sem explicação mesmo tu não o sabendo. Vou continuar neste caminho onde tu estás ao meu lado, mas à distância, à distância de um abraço apertado daqueles que duram uma eternidade, daqueles que nos lembramos quando muitos anos passarem. E, nessa altura, irei ter contigo e dir-te-ei que te amo, mesmo...

Feliz você novo!!!

FELIZ ANO-NOVO! E que 2011 seja, de verdade, um novo ano. Já que sabemos no que é chegado o momento em que a consciência deverá imperar gloriosa e que temos dentro de nosso coração o poder de criar nossa realidade. É também chegada a hora de mudarmos os hábitos antigos e eliminarmos o autoboicote. Para isso, precisamos criar um paradigma, inserindo em nossa vida hábitos saudáveis e que nos tornem felizes – um direito de todo ser humano. As emoções geram reações físicas em nosso corpo e através delas não só inundamos nossa fisiologia com hormônios e enzimas que fortalecem nosso sistema imunológico, como projetaram pensamentos de felicidade que permearão o inconsciente coletivo e influenciarão toda a humanidade para um bem maior. Durante os próximos meses, vamos trabalhar algumas dessas emoções capazes de nos sintonizar com a felicidade. Somos como aparelhos de televisão que precisam estar muito bem sintonizadas para que a imagem seja nítida. Vivemos em uma era de muita correria, estress...
O século XXI continua guindado a mais alta tecnologia desbravando os infindáveis horizontes da ciência. Antigos mistérios do conhecimento são desvelados. Enigmas, que permaneciam incompreensíveis, são decifrados, e o materialismo sorri zombeteiro das mensagens sublimes do amor. Paradoxalmente, os avanços respeitáveis dessas áreas do intelecto não lograram modificar as ocorrências traumáticas que têm lugar no orbe, na atualidade. No auge das conquistas das inteligências, permanecem as convulsões sociais unidas às convulsões planetárias no momento da grande transição que passa a Terra amada por todos nós. De um momento para outro, uma erupção vulcânica arrebenta as camadas que ocultam o magma, e as cinzas – atiradas acima de 10 mil metros da superfície terrestre – modificam toda a paisagem européia ameaçando as comunicações, a movimentação, enquanto se pensa em outras e contínuas erupções que podem vir assinaladas por gases venenosos ou por lava incandescente... Fenômenos de tal monta p...

Quanto menos, melhor

A CAUSA PRIMORDIAL de todas as doenças é o acúmulo de toxinas em nosso corpo, que impede o fluxo natural da energia. Essa é a visão da tradicional medicina indiana, ayurveda , mais antigo sistema de cura do mundo. Ao mantermos nosso organismo livre de toxinas contribuímos de forma decisiva para termos saúde - definida não apenas como ausência de doença, mas como um estado de contentamento geral, pelo simples fato de exisitir, de ser. Nosso corpo é o templo da nossa alma e precisamos mantê-lo forte, flexível e saudável. Numa analogia simples, podemos dizer que nossa casa é o templo do nosso corpo - e também merecemos cuidados. É para esse espaço que voltamos todos os dias, é onde nos alimentamos, descansamos, vivemos em família. É o nosso porto seguro. E para mantê-la saudável também precisamos limpar as toxinas - ou seja, as tralhas que tendemos a acumular e que dispersamos a energia da prosperidade. Aproveite para pensar sobre esse assunto. Você já tinha ouvido falar em toxinas da cas...

Marca: Uma imagem em questão

Desde que nascemos nos são emprestados alguns recursos simbólicos, significantes, valores, que nos possibilitam recobrir nosso corpo, nosso ser de alguma imagem em que possamos nos reconhecer. Em maior ou menor grau, falta sempre da parte do Outro um significante que nos dê a resposta sobre quem somos. De acordo com o investimento desse “olhar” do Outro sobre nós, somos dotados de mais ou menos recursos que nos possibilitam reconhecer-nos nessa imagem. Algumas pessoas se fixam muito nessas imagens formadas pelo Outro, sem a menor possibilidade de libertação dessa imagem, que é sempre, imposta. Outros indivíduos sofrem pelo motivo contrário, de uma carência de imagem, de algo que possa dizer mais sobre eles. Ambas as posições podem ser aprisionantes, de acordo com os recursos que durante a vida do sujeito. Existem dois pontos em que essa relação do sujeito com sua imagem é marcante. O primeiro momento ocorre nessa relação entre mãe e filho, ou com a pessoa que venha a ocupar o lugar des...

O mel da vida

VOCÊ É SAUDÁVEL? Antes de responder, vamos combinar que saúde significa não apenas a ausência de doenças, mas também viver em estado de “ananda”, palavra sânscrita que pode ser traduzida como bem-aventurança, felicidade interior. Como se alcança esse nível? Segundo o ayurveda, tradicional medicina indiana e mais antigo sistema de cura do mundo, a conexão de ser humano com a natureza é um fator determinante nessa equação. Na tradição ayurvédica, o mel é considerado um dos melhores alimentos que existem. Tome algumas receitas para viver bem: Ø Para diminuir o colesterol, tome três vezes ao dia uma mistura de duas colheres (sopa) de mel e três colheres (café) de canela dissolvidas em um litro de água; Ø Para sinusite, tosse e resfriado, tome varias vezes ao dia uma mistura de uma colher (sopa) de mel com uma colher (café) de canela; Ø Para dor de garganta, tome de quatro em quatro horas uma colher (sopa) de mel misturada com meia colher (sopa) de mel com uma colher (café) canela; Ø ...

Reconstruir as ruínas imensas que nos rodeiam

Algumas vezes sabemos dentro de nós que devemos fazer qualquer coisa semelhante a plantar uma árvore, mesmo sabendo que nunca comeremos dos seus frutos nem descansaremos à sua sombra. Ou descobrimos que devemos aplicar-nos não tanto ao nosso pequeno problema, mas a reconstruir as ruínas imensas que nos rodeiam. E nunca como então somos tão grandes. E nunca como então estamos tão perto de nós mesmos.