Total de visualizações de página

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Amizade é compartilhar a vida com aqueles que ama, por mais diferentes que eles sejam. É Amor que nunca morre, um sentimento sincero e puro."
Existem pessoas em nossas vidas que nos deixam felizes pelo simples fato de terem cruzado o nosso caminho.
Conheço pessoas que achavam ter centenas de amigos. Pelo menos até o momento em que sofreram uma queda na vida. Aí, descobriram que não estavam todos ao seu lado e que muitos até se voltaram contra eles. O verdadeiro amigo está sempre ao nosso lado. Ele vê o que há de melhor em nós e não tem medo de nos inspirar a ver o bem em nós mesmos. Isto pode vir na forma de um empurrão motivador. É importante oferecer um ombro para chorar, mas é igualmente valoroso ser uma mão que impulsiona e empurra para frente. Foque nos seus amigos hoje. Faça com que eles saibam que você está presente para eles e não tenha medo de lhes dizer onde eles poderiam estar se esforçando mais - mas, de forma bondosa, é claro. Você está usando seus ombros e suas mãos em suas amizades. 
Sei que é difícil dizer sobre algo tão maravilhoso e pô-lo em palavras, é até quase impossível, pois só se aprende mesmo o que é amizade vivendo-a constantemente.
No meio social, ter boas amizades é muito importante, mas, infelizmente, poucas pessoas se preocupam em ter dentro das suas linhas de relacionamentos a intenção de manter uma verdadeira amizade.
Ser e ter AMIGOS é muito bom, é um sentimento que ultrapassa todas as barreiras, não há nada melhor que isso...Mas a amizade mais sincera e que nunca nos abandona é a de DEUS, ele é o nosso amigo mais sincero e íntimo, que está sempre presente em todos os momentos da nossa vida, tantos os tristes como nos alegres. No dia 20 de julho foi comemorado o DIA DO AMIGO E INTERNACIONAL DA AMIZADE, eu desejo que não pensemos apenas em nossos amigos mas no MAIOR DELE, JESUS CRISTO, que nunca esquece de nós.


Obrigado pela amizade e carinho de vocês que junto com Deus me carregam no colo nos momentos difíceis e vibram junto comigo os alegres...AMO VOCÊS,  DEUS OS ABENÇOEM !!!

terça-feira, 23 de julho de 2013

Ao nascer, perdemos o aconchego, a segurança e a proteção do útero. Estamos, a partir de então, por nossa conta. Sozinhos. Começamos a vida em perda e nela continuamos. Paradoxalmente, no momento em que perdemos algo, outras possibilidades nos surgem.
Ao perdermos o aconchego do útero, ganhamos os braços do mundo. Ele nos acolhe: nos encanta e nos assusta, nos eleva e nos destrói.
E continuamos a perder e seguimos a ganhar. Perdemos primeiro a inocência da infância. A confiança absoluta na mão que segura nossa mão, a coragem de andar na bicicleta sem rodinhas porque alguém ao nosso lado nos assegura que não nos deixará cair... E ao perdê-la, adquirimos a capacidade de questionar. Por quê? Perguntamos a todos e de tudo. Abrimos portas para um novo mundo e fechamos janelas, irremediavelmente deixadas para trás. Estamos crescendo. Nascer, crescer, adolescer, amadurecer, envelhecer, morrer.
Vamos perdendo aos poucos alguns direitos e conquistando outros. Perdemos o direito de poder chorar bem alto, aos gritos mesmo, quando algo nos é tomado contra a vontade.
Perdemos o direito de dizer absolutamente tudo que nos passa pela cabeça sem medo de causar melindres. Assim, se nossa tia às vezes nos parece gorda tememos dizer-lhe isso.
Receamos dar risadas escandalosamente da bermuda ridícula do vizinho ou puxar as pelanquinhas do braço da vó com a maior naturalidade do mundo e ainda falar bem alto sobre o assunto. Estamos crescidos e nos ensinam que não devemos ser tão sinceros. E aprendemos. E vamos adolescendo, ganhamos peso, ganhamos, seios, ganhamos pelos, ganhamos altura, ganhamos o mundo.
Neste ponto, vivemos em grande conflito. O mundo todo nos parece inadequado aos nossos sonhos ah! os sonhos!!! Ganhamos muitos sonhos. Sonhamos dormindo, sonhamos acordados, sonhamos o tempo todo. Aí, de repente, caímos na real! Estamos amadurecendo, todos nos admiram.
Tornamo-nos equilibrados, contidos, ponderados. Perdemos a espontaneidade. Passamos a utilizar o raciocínio, a razão acima de tudo. Mas não é justamente essa a condição que nos coloca acima (?) dos outros animais? A racionalidade, a capacidade de organizar nossas ações de modo lógico e racionalmente planejado? E continuamos amadurecendo, ganhamos um carro novo, um companheiro, ganhamos um diploma.
E desgraçadamente perdemos o direito de gargalhar, de andar descalço, tomar banho de chuva, lamber os dedos e soltar pum sem querer. Mas perdemos peso!!! Já não pulamos mais no pescoço de quem amamos e tascamos-lhe aquele beijo estalado, mas apertamos as mãos de todos, ganhamos novos amigos, ganhamos um bom salário, ganhamos reconhecimento, honrarias, títulos honorários e a chave da cidade.
E assim, vamos ganhando tempo, enquanto envelhecemos. De repente percebemos que ganhamos algumas rugas, algumas dores nas costas (ou nas pernas), ganhamos celulite, estrias, ganhamos peso. e perdemos cabelos. Nos damos conta que perdemos também o brilho no olhar, esquecemos os nossos sonhos, deixamos de sorrir. perdemos a esperança.
Estamos envelhecendo. Não podemos deixar pra fazer algo quando estivermos morrendo. Afinal, quem nos garante que haverá mesmo um renascer, exceto aquele que se faz em vida, pelo perdão a si próprio, pelo compreender que as perdas fazem parte, mas que apesar delas, o sol continua brilhando e felizmente chove de vez em quando, que a primavera sempre chega após o inverno, que necessita do outono que o antecede.
Que a gente cresça e não envelheça simplesmente. Que tenhamos dores nas costas e alguém que as massageie. Que tenhamos rugas e boas lembranças. Que tenhamos juízo mas mantenhamos o bom humor e um pouco de ousadia. Que sejamos racionais, mas lutemos por nossos sonhos.
E, principalmente, que não digamos apenas eu te amo, mas ajamos de modo que aqueles a quem amamos, sintam-se amados mais do que saibam-se amados. Afinal, o que é o tempo? Não é nada em relação a nossa grande missão. E que missão!