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quinta-feira, 11 de março de 2010

Entre o silêncio e a escuridão

E o silêncio era tanto
Que arranhava a alma
E era tão frio que doía
E tão assustador que medrava arrepiando
A pele que nem o morno da noite
Aquecia e o escuro arrastava-se infindável, atrevido; movendo-se calado na sombras que teimavam em brincar de aguçar-me os sentidos.
Dedos trêmulos e longos tateando o nada entre os contornos imaginários da tua silhueta.
Encolhi-me nu em posição fetal até que o silêncio frio e letal rompeu na alvorada, a luz tênuade uma manhã a mais e adormeci...

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